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Segunda, 26 de outubro de 2020
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Política

Flávio Bolsonaro falta à acareação com Paulo Marinho

Senador pediu adiamento

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O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) faltou à acareação marcada pelo Ministério Público Federal, nesta 2ª feira (21.set.2020). Os investigadores queriam confrontar as versões dele e do empresário Paulo Marinho, a respeito de um suposto vazamento da Operação Furna de Onça, que investiga um suposto desvio de dinheiro no governo do Rio de Janeiro, durante a gestão de Sérgio Cabral. As informações são do G1

O empresário afirmou ter ouvido do filho do presidente da República que um delegado da Polícia Federal havia vazado para ele detalhes da operação, que seguia sob sigilo, até a deflagração. O senador nega as acusações. Para os procuradores, um dos dois está mentindo. Por isso, eles querem colocá-los frente a frente, para confrontar as versões.

Em vez de comparecer à acareação, Flávio Bolsonaro cumpriu agenda oficial em Manaus, onde posou para fotos ao lado de um apresentador de TV. Paulo Marinho, no entanto, compareceu à sede do Ministério Público Federal, às 14h30, no horário marcado para a acareação.

Em nota, Flávio Bolsonaro disse que tentou adiar a data da acareação, em virtude da agenda oficial pelo Senado, em Manaus. O pedido, no entanto, foi rejeitado pelos procuradores, que também negaram a possibilidade de uma acareação por videoconferência.

ORIGEM DA RACHADINHA

Flávio Bolsonaro não estava entre os investigados da Operação Furna de Onça. No entanto, foi a partir da análise dos documentos que surgiu um relatório do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), sobre uma movimentação suspeita nas contas bancárias de Fabrício Queiroz, ex-assessor do parlamentar, quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro.

Esse documento foi o que deu início às investigações da suposta “rachadinha”, que culminou na prisão de Queiroz, em junho deste ano. O ex-assessor é suspeito de organizar um esquema para receber de volta parte dos salários de outros funcionários do gabinete de Flávio. Conforme as investigações, há indícios de que parte da quantia foi usada para quitar contas pessoais do senador.

O caso segue sob investigação. O Ministério Público Federal ainda não decidiu se irá denunciar ou não o senador à Justiça.

Fonte/Créditos: Poder 360

Créditos (Imagem de capa): Sérgio Lima

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