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Noiva de José de Abreu fala sobre 'olhar julgador' por diferença de idade

''Ninguém tem o direito de se meter'', diz maquiadora, de 22 anos, que namora há dez meses o ator, de 73
Noiva de José de Abreu fala sobre 'olhar julgador' por diferença de idade
FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM
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Noiva de José de Abreu fala sobre 'olhar julgador' por diferença de idade

Gazeta Web

A noiva do ator José de Abreu, de 73 anos, a maquiadora niteroiense Carolynne Junger, de 22 anos, já escutou muitos comentários maldosos sobre seu relacionamento com o artista, que é 51 anos mais velho do que ela. 

Os dois se conheceram há dez meses na Praia do Pepê, na Barra, Zona Oeste do Rio, e começaram a namorar em seguida. Hoje ela garante que aprendeu a lidar com o julgamento alheio por conta da diferença de idade entre eles.

''No início, como eu era anônima, quando a notícia veio a público - e foram muitas notícias sobre o namoro - fiquei muito mais chateada. Mas agora lido muito melhor e não me magoa tanto. Sou um ser humano comum, como qualquer outro, tenho sentimentos, tem dias que não acordo bem e quando leio alguma me chateio. Mas aprendi a deixar para lá porque essas pessoas não me conhecem, não conhecem meu caráter e muitas vezes também não conhecem o Zé, acham que conhecem por vê-lo na televisão, mas na verdade não. O que me ajuda muito nesses dias é pensar o seguinte: 'sou adulta, o Zé é adulto, fazemos o que queremos com as nossas vidas e ninguém tem o direito de se meter'. Repito isso para mim mesma e acho que tudo melhora'', conta.

Criada em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, com três irmãos, os pais e os avós, Carol se mudou para o Rio ano passado e logo conheceu Zé, como chama o ator carinhosamente.  ''Quando nos conhecemos na Praia do Pepê, começamos a conversar, logo ficamos íntimos e fomos viajar. Um mês depois fomos morar juntos na casa dele na Barra'', lembra, contando que a diferença de idade entre eles foi mais difícil no início do namoro. ''Mas não entre nós dois, e sim para as outras pessoas, porque quando a gente gosta de alguém, a gente não pensa o tempo todo na idade dele. O Zé é uma pessoa muito jovem, eu sou uma pessoa mais cabeça, então a gente não tem problemas de geração''.

PRECONCEITO

Carol recorda que ela e Zé sofreram alguns preconceitos, especialmente no Brasil, desde que começaram a namorar. ''Também sofri preconceito em Buenos Aires, na nossa primeira viagem, em que as pessoas olhavam de cima para baixo, olhavam para mim, olhavam para ele, com aquele 'olhar julgador', mas na Europa a gente não sente isso e, principalmente na Nova Zelândia, onde estamos agora, é uma sensação de liberdade incrível, mais até do que na Europa. Aqui é muito mais livre'', celebra.

Carol também conta que seus pais aceitaram bem o relacionamento. ''Eles já sabiam que eu gostava de namorar homens mais velhos e também me criaram dizendo que eu sou adulta, ganho o meu dinheiro e faço o que quero da minha vida. Trabalho desde os 17 anos. Eles até conversaram comigo e tudo mais, mas nunca quiseram impor nada na minha vida. Então foi muito tranquilo com os meus pais'', recorda. ''Meu irmão mais velho, o Patrick, que ficou bem enciumado, querendo saber mais da história, mas depois que conversei com ele e contei que estava gostando mesmo do Zé e estávamos planejando uma vida juntos, ele ficou muito mais tranquilo'', diz.

Em seguida, Carol apresentou a família ao noivo e também conheceu a família dele. ''Foi tudo bem tranquilo na minha família e na família dele, meus amigos que ficaram surpresos. Meus amigos mais próximos, que eram umas quatro pessoas, obviamente já sabiam. De resto todo mundo ficou bem surpreso, mas recebi poucos comentários negativos deles'', afirma.

ADMIRAÇÃO

Carol conta que está apaixonada por Zé. Tanto que tem até alimentado bons hábitos para o amado. ''O Zé é uma pessoa que não gosta muito de fazer atividade física e eu, ao contrário, gosto muito, vou malhar pelo menos cinco vezes na semana. Durante as viagens, me sentia um pouco sozinha nas academias e pedia para ele ir comigo. Aí um dia ele foi, botou o tênis e fez até uma bicicleta e viu que não era nada de mais, que ele consegue fazer. No início ele ficou com muita dor no corpo, mas depois passou, ele viu que é saudável e agora estamos indo malhar juntos'', elogia.

A maquiadora diz ficar encantada com a vontade de viver do noivo. ''O que mais me encanta no Zé é ver o quanto ele é vivo, o quanto ele gosta de conhecer coisas novas, de ficar por dentro de tudo, ele se interessa mesmo e é muito dedicado às coisas que faz. Ele faz por amor, por paixão, isso é nítido'', enaltece. ''E ele é muito carinhoso, sempre me tratou muito bem, com paixão, com vontade de fazer nosso relacionamento dar certo, sempre foi assim, desde o início'', acrescenta.

PLANOS

Carol lembra como foi pedida em casamento por Zé. ''Ele fez o pedido em um restaurante submarino nas Ilhas Maldivas. Foi muito lindo! Estávamos planejando fazer uma cerimônia nessa viagem, mas acabou não indo para frente e agora estamos vendo com calma. Quando casarmos, pretendo fazer algo mais diferentão. Nunca me imaginei entrando em uma igreja de noiva, mas pretendemos fazer uma festa só para os íntimos mesmo. Uma festa bem com a nossa cara'', adianta.

Quanto a ser mãe, Carol prefere deixar nas mãos do tempo. ''Nunca tive o sonho de ser mãe, sempre me imaginei, desde nova, casada, com meu marido, meu companheiro, morando em um apartamento ou em uma casa, cuidando de gatos, que adoro!, e curtindo a vida mesmo. Nunca me imaginei sendo mãe, mas quem sabe isso mude. Não tenho como saber'', conta.

 

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A noiva do ator José de Abreu, de 73 anos, a maquiadora niteroiense Carolynne Junger, de 22 anos, já escutou muitos comentários maldosos sobre seu relacionamento com o artista, que é 51 anos mais velho do que ela. 

Os dois se conheceram há dez meses na Praia do Pepê, na Barra, Zona Oeste do Rio, e começaram a namorar em seguida. Hoje ela garante que aprendeu a lidar com o julgamento alheio por conta da diferença de idade entre eles.

''No início, como eu era anônima, quando a notícia veio a público - e foram muitas notícias sobre o namoro - fiquei muito mais chateada. Mas agora lido muito melhor e não me magoa tanto. Sou um ser humano comum, como qualquer outro, tenho sentimentos, tem dias que não acordo bem e quando leio alguma me chateio. Mas aprendi a deixar para lá porque essas pessoas não me conhecem, não conhecem meu caráter e muitas vezes também não conhecem o Zé, acham que conhecem por vê-lo na televisão, mas na verdade não. O que me ajuda muito nesses dias é pensar o seguinte: 'sou adulta, o Zé é adulto, fazemos o que queremos com as nossas vidas e ninguém tem o direito de se meter'. Repito isso para mim mesma e acho que tudo melhora'', conta.

Criada em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, com três irmãos, os pais e os avós, Carol se mudou para o Rio ano passado e logo conheceu Zé, como chama o ator carinhosamente.  ''Quando nos conhecemos na Praia do Pepê, começamos a conversar, logo ficamos íntimos e fomos viajar. Um mês depois fomos morar juntos na casa dele na Barra'', lembra, contando que a diferença de idade entre eles foi mais difícil no início do namoro. ''Mas não entre nós dois, e sim para as outras pessoas, porque quando a gente gosta de alguém, a gente não pensa o tempo todo na idade dele. O Zé é uma pessoa muito jovem, eu sou uma pessoa mais cabeça, então a gente não tem problemas de geração''.

PRECONCEITO

Carol recorda que ela e Zé sofreram alguns preconceitos, especialmente no Brasil, desde que começaram a namorar. ''Também sofri preconceito em Buenos Aires, na nossa primeira viagem, em que as pessoas olhavam de cima para baixo, olhavam para mim, olhavam para ele, com aquele 'olhar julgador', mas na Europa a gente não sente isso e, principalmente na Nova Zelândia, onde estamos agora, é uma sensação de liberdade incrível, mais até do que na Europa. Aqui é muito mais livre'', celebra.

Carol também conta que seus pais aceitaram bem o relacionamento. ''Eles já sabiam que eu gostava de namorar homens mais velhos e também me criaram dizendo que eu sou adulta, ganho o meu dinheiro e faço o que quero da minha vida. Trabalho desde os 17 anos. Eles até conversaram comigo e tudo mais, mas nunca quiseram impor nada na minha vida. Então foi muito tranquilo com os meus pais'', recorda. ''Meu irmão mais velho, o Patrick, que ficou bem enciumado, querendo saber mais da história, mas depois que conversei com ele e contei que estava gostando mesmo do Zé e estávamos planejando uma vida juntos, ele ficou muito mais tranquilo'', diz.

Em seguida, Carol apresentou a família ao noivo e também conheceu a família dele. ''Foi tudo bem tranquilo na minha família e na família dele, meus amigos que ficaram surpresos. Meus amigos mais próximos, que eram umas quatro pessoas, obviamente já sabiam. De resto todo mundo ficou bem surpreso, mas recebi poucos comentários negativos deles'', afirma.

ADMIRAÇÃO

Carol conta que está apaixonada por Zé. Tanto que tem até alimentado bons hábitos para o amado. ''O Zé é uma pessoa que não gosta muito de fazer atividade física e eu, ao contrário, gosto muito, vou malhar pelo menos cinco vezes na semana. Durante as viagens, me sentia um pouco sozinha nas academias e pedia para ele ir comigo. Aí um dia ele foi, botou o tênis e fez até uma bicicleta e viu que não era nada de mais, que ele consegue fazer. No início ele ficou com muita dor no corpo, mas depois passou, ele viu que é saudável e agora estamos indo malhar juntos'', elogia.

A maquiadora diz ficar encantada com a vontade de viver do noivo. ''O que mais me encanta no Zé é ver o quanto ele é vivo, o quanto ele gosta de conhecer coisas novas, de ficar por dentro de tudo, ele se interessa mesmo e é muito dedicado às coisas que faz. Ele faz por amor, por paixão, isso é nítido'', enaltece. ''E ele é muito carinhoso, sempre me tratou muito bem, com paixão, com vontade de fazer nosso relacionamento dar certo, sempre foi assim, desde o início'', acrescenta.

PLANOS

Carol lembra como foi pedida em casamento por Zé. ''Ele fez o pedido em um restaurante submarino nas Ilhas Maldivas. Foi muito lindo! Estávamos planejando fazer uma cerimônia nessa viagem, mas acabou não indo para frente e agora estamos vendo com calma. Quando casarmos, pretendo fazer algo mais diferentão. Nunca me imaginei entrando em uma igreja de noiva, mas pretendemos fazer uma festa só para os íntimos mesmo. Uma festa bem com a nossa cara'', adianta.

Quanto a ser mãe, Carol prefere deixar nas mãos do tempo. ''Nunca tive o sonho de ser mãe, sempre me imaginei, desde nova, casada, com meu marido, meu companheiro, morando em um apartamento ou em uma casa, cuidando de gatos, que adoro!, e curtindo a vida mesmo. Nunca me imaginei sendo mãe, mas quem sabe isso mude. Não tenho como saber'', conta.

 

Fonte

Gazeta Web

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